Uma das suas propostas para ensino era que os alunos aprenderiam melhor se tivessem uma avaliação imediata, ou seja, a cada resposta do aluno um mediador o informava se ele está certo ou não. Baseado nesse conceito, ele criou a MÁQUINA DE ENSINAR. A figura abaixo ilustra como era a máquina idealizada por Skinner.
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A máquina consistia numa caixa com duas aberturas; uma onde podiam ser visualizados os problemas propostos (que poderiam ser de aritmética, álgebra, gramática, ou qualquer outro envolvendo o uso de símbolos) e outra com um espaço para o aluno colocar sua resposta, que mais tarde poderia ser verificada pelo educador. Ao lado da caixa, havia uma manivela que o aluno girava e a máquina lhe mostrava o próximo problema e lhe dava outro espaço em branco para resposta.
Quanto a utilização prática, o aluno já recebia a máquina com o primeiro problema exposto. Ele então poderia levar o tempo necessário para a meditação, bem como para a resolução do mesmo. Quando então ele resolvesse, colocava a resposta no espaço dedicado e podia então girar a manivela uma vez para a resolução do problema ser mostrada. Com isso, o aluno já tinha a exata certeza de que tinha acertado ou não na resolução do problema e podendo, segundo Skinner, ter uma aprendizagem mais dinâmica e com respeito à sua própria individualidade.
Abaixo, podemos ver um vídeo com a máquina em funcionamento e a palavra do criador Skinner sobre as funcionalidades e os pontos positivos:
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