quinta-feira, 27 de junho de 2013

Quem somos?


Somos estudantes da UFABC – Universidade Federal do ABC, e criamos esse Blogger para divulgação do nosso trabalho, cujo tema é Aplicações Clássicas ou Inovadoras da Informática na disciplina MC3307 - Computadores, Ética e Sociedade, ministrada pela professora Karla Vittori.

Nosso grupo é composto pelos seguintes membros:

Afonso Ricardo Pereira
Denise Cunha Volponi
Gabriel Igor dos Santos Teodoro
Gustavo Arthur da Costa
Lucas de Mattos Dias
Vinicius Yuri Toriumi

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Curiosidades sobre a Internet, a Nova Economia e a Velha Economia.

Com a Revolução da Informação, muitos aspectos da vida cotidiana mudaram, passando da Velha Economia para a Nova Economia ou Economia da Web (economia baseada nas tecnologias de informação). Para os mais novos, isto passa despercebido, porém, para aqueles que tem muitas lembranças na época que os celulares tinham grandes semelhanças a um tijolo, com certeza isso é notável. Bom, brincadeira quanto ao "celular tijolo". Porém, na imagem abaixo, pode se ter um pouco da noção da evolução dos celulares.

Hoje em dia, o acesso a informação e a Internet nos propiciam um novo estilo de vida. Basicamente, relações a distância. Em especial, para os atos de compra e venda. Abaixo, esta exposto alguns exemplos de como é que se realizavam atividades de compra/venda antes das modernas tecnologias de informações serem populares(Velha Economia) e como é que isso acontece hoje (Nova Economia):

Exemplo 1: Comprar e vender livros:

Velha Economia: Você vai até uma livraria local e comprar seus livros, novos ou usados. Após o uso, você volta a uma livraria e o vende por um preço reduzido ou tenta encontrar algum amigo que queira ou distribui panfletos anunciando a sua venda. Ou seja, um processo trabalhoso e dispendioso. 

Nova Economia: Você entra no web site da editora que publica o livro que você procura, onde pode comprar os livros diretamente e pede para que sejam enviados a sua residência. Ou então, você entra em algum site de venda de artigos novos e usados e procura um preço mais acessível. Em geral, nos sites das editoras, você encontra um arquivo digital, contendo algumas páginas dos livros que eles vendem, portanto, você pode consultá-lo em casa, sem ter que ir atrás de um livro físico. Depois do uso, você pode anunciar a venda em algum site de compra e venda e esperar algum comprador aparecer. Ou seja, um trabalho comodo, rápido e pouco dispendioso, onde você pode encontrar alguém que pague um bom valor.

Exemplo 2: Fotografia

Velha Economia: Você compra uma câmera, compra um filme, insere o filme na câmera e tira fotos. Sendo que a quantidade de fotos depende do filme comprado. Para revelá-las, você deve ir até uma loja especializada, esperar um certo tempo e as recebe, após o pagamento. Se você quiser um filme ao invés de uma foto, será necessário a aquisição de uma nova câmera que tenha essa funcionalidade.

Nova Economia: Em uma câmera digital, você tem várias aplicações e pode personalizar suas fotos, adicionando efeitos e molduras. O acesso as fotos é instantâneo, pois, basta vê-las no visor da câmera ou as transferir para o computador e compartilhas com seus amigos pela internet. Caso a câmera que você use for a de um celular ou de um tablet que tenha acesso a internet, você pode pular a parte de transferir a foto para o computador, pois, você pode compartilhar a foto pela internet do próprio celular, bastando apenas alguns segundo entre tirar a foto e a compartilhar com os amigos. Independente de usar uma câmera digital ou a câmera de um celular, você pode usar a mesma câmera para fazer filmes, sem a necessidade de adquirir uma nova câmera.

Aqui estão expostos apenas 2 exemplos, porém, existem uma imensa variedades de atividades que foram remoldadas após o advento da popularização das tecnologias de informação. Basta olhar ao seu redor e se perguntar como que as coisas podem ser feitas sem o auxílio da internet.

Bom, é isso ai! Até mais!

Vinícius Toriumi


Fonte: TURBAN, E., RAINER Jr., R. K., POTTER, R. - "Administração de Tecnologia de Informação: Teoria e Prática" 3ª ed. Editora Campus.


Larry Ellison: o profeta do caos

Reportagem da revista Veja ed. 1671 do ano de 2000. É uma reportagem antiga, mas aponta acontecimentos marcantes no nosso presente, como por exemplo, o crescimento exponencial do Facebook e de empresas dotcom como a Amazon.com

Larry Ellisono profeta do caos

Do alto de sua montanha de 50 bilhões de
dólares e da fama de enxergar longe e ser
o homem mau do Vale do Silício, o presidente
da Oracle prevê um terremoto na internet
Eurípedes Alcântara, de Redwood Shores

Alan Levenson
Ellison: ele deve ser o Gates da era da internet. O mercado parece concordar e h� dois anos infla as a��es de sua empresa, a Oracle, que faz programas para gerenciar empresas. Fora do trabalho, ele tem fama de gastador, mulherengo e de arriscar a vida em aventuras no mar e no ar
Larry Ellison, o segundo homem mais rico do mundo e presidente da empresa americana Oracle, quer ganhar ainda mais dinheiro e ser o primeiro, à frente de Bill Gates. Não é tanto pelo dinheiro. Depois do primeiro bilhão, já não faz tanta diferença ter mais no terreno aquisitivo. "Quando você conquista o primeiro bilhão, os carros ficam mais velozes, os aviões mais confortáveis e as mulheres a sua volta ficam com as pernas mais compridas." A partir daí, a pessoa já comprou tudo o que os dólares permitem.
A Oracle, criada por Ellison em 1977, é a segunda maior empresa do mundo de software, os programas de computador. Ainda perde para a Microsoft, que fabrica o onipresente Windows. Questão de tempo, acha Ellison. "A Microsoft não vai morrer. Vai ficar aí como um fóssil de uma era grandiosa mas que, infelizmente, para eles acabou: a era do computador pessoal. A economia mundial agora gira em torno da internet. E a empresa de Gates não é 100% de internet, como a Oracle", diz.
Sua empresa valorizou-se 400% no último ano e vem resistindo bravamente ao terremoto na bolsa de alta tecnologia, a Nasdaq(veja a reportagem seguinte). Ele tem algo mais assombroso a dizer. Chega a ser assustador vindo de alguém cujos programas de banco de dados, gerenciamento e contabilidade via internet são comprados por nove em cada dez empresas de comércio eletrônico na web. Larry Ellison afirma que vai sobreviver apenas uma de cada 1.000 empresas que estão tentando viabilizar-se na internet, as chamadas pontocom. "O reino da fantasia acabou", decreta o bilionário americano. "As companhias gigantes da economia tradicional vão continuar dominando a cena. A internet caiu do céu para elas. Com um custo mínimo podem aumentar dramaticamente sua eficiência."
Há alguns anos, ele não seria levado a sério. Primeiro porque se acreditava que a internet provocaria uma reviravolta sem precedentes na ordem econômica. Pela primeira vez na história do capitalismo, surgira um meio de inverter a cadeia alimentar: os tubarões poderiam em tese ser engolidos pelos lambaris. As pontocom ágeis, tocadas a custo quase zero na internet, iriam pouco a pouco expulsando do cenário as empresas tradicionais. Isso não aconteceu. Ellison não era ouvido também por outra razão. Sua própria empresa chamava a atenção menos do que ele próprio. Era sólida, bem administrada, mas tinha o charme de uma fábrica de bicarbonato. O próprio Ellison distanciava-se das operações, dedicando todas as suas energias a gastar bem o primeiro bilhão de dólares. Sua imagem era a de um playboy, fanfarrão e boquirroto. Estava hipnotizado pelas belas mulheres, as Ferrari, os veleiros e os jatos. Tentou importar um MiG 29, um caça russo de combate velocíssimo e difícil de pilotar, mas o governo americano vetou. Contentou-se com um caça italiano Marchetti, que, sem mísseis nem canhões e com uma eletrônica de bordo modificada, ainda é um de seus brinquedos favoritos. Numa oportunidade, depois de ganhar uma regata com larga vantagem sobre os outros velejadores, Ellison correu para seu jato, decolou e deu rasantes desafiadores sobre os perdedores. "Foi uma criancice", lembra ele.
Aos 56 anos, depois de três divórcios e dois filhos, Ellison passa por uma fase pessoal menos intensa. O projeto que mais o absorve atualmente é a construção de sua casa, réplica de um palácio medieval japonês, orçada em 40 milhões de dólares, às margens de um lago artificial nas colinas de Santa Cruz, na costa dourada da Califórnia. O primeiro bilhão virou 50 bilhões, pela última cotação das ações da Oracle. Há alguns meses sua fortuna pessoal beirou os 60 bilhões de dólares, encostando nos 68 bilhões de Bill Gates. Tudo isso faz sua aura tornar-se cada vez mais iluminada e intrigante, especialmente quando o homem que ela ilumina é muito parecido com um roqueiro madurão que ainda se dá ares de rebelde.
Nesta fase de perplexidade com os rumos das empresas da internet, neste momento em que esse mundo virtual parece equilibrar-se no abismo, entre duas eras diferentes, a da decolagem gloriosa e a do vôo sólido de cruzeiro, aparentemente mais complicado, Larry Ellison pilota uma máquina que não perdeu o impulso para o alto. Ao contrário, a Oracle é uma organização administrativa cada vez mais apoiada na internet e crescentemente mais rica. Todos os processos externos, como venda e assistência ao consumidor, são feitos pela web. Os internos também. Ninguém usa papel na Oracle. Todos os relatórios, a maioria das reuniões e todas as ordens de trabalho são dadas pela web para as 170 filiais espalhadas pelo mundo.
"Usamos a web para tudo e, só com isso, economizamos 1 bilhão de dólares em um ano. No próximo vou economizar mais 1 bilhão", diz Ellison. "A boa notícia é que todas as empresas podem fazer o mesmo." Além dessa distinção prática, Ellison tem sido uma fonte de referência porque poliu sua já famosa reputação de ser um dos poucos visionários do Vale do Silício capazes de enxergar adiante de seu tempo. Sobre esse ponto é interessante conhecer o depoimento de Raymond Lane, o superexecutivo que Ellison contratou para tocar a Oracle em sua fase de playboy e ele próprio demitiu em junho passado para retomar o comando da companhia. "Ellison enxerga três, cinco anos à frente dos competidores. Ele sabe que tem agora a chance real de passar à história como o Bill Gates da era da internet", afirma Lane. Larry Ellison demitiu-o pelo telefone, mas garante que foi Lane que pediu demissão. Quando mostra a sala vazia do ex-homem forte da Oracle, ele conta emocionado que sente falta do colaborador, mas logo recobra a compostura e informa com frieza de contador que só a estrutura administrativa montada em torno de Ray Lane e seu quartel-general custava 100 milhões de dólares por ano. Aos 52 anos, Lane levou da Oracle uma bolada em ações e bônus que, segundo o próprio Ellison, chegou a 2 bilhões de dólares. "Graças à web e a nosso software posso comandar a companhia, uma empresa que fatura 10 bilhões de dólares e tem filiais em todos os continentes", diz Ellison. "Nosso sucesso vem daí, de vender aos outros uma solução que nós mesmos usamos e nos permitirá economizar 2 bilhões de dólares em dois anos."
Como toda grande e genuína revolução tecnológica que a precedeu, a internet veio para ficar. Da mesma forma que o desenvolvimento da energia elétrica, das ferrovias, do telégrafo e do telefone, no final do século XIX, a internet fechou o século XX como uma euforia econômica muito mais febril que todo seu formidável potencial permite sonhar. Exatamente como as revoluções anteriores, a rede mundial começa agora a viver sua hora da verdade, um período de depuração em que a imensa maioria das aventuras comerciais que foram um sopro de alegria nos primeiros anos da web vai simplesmente falir. É o que vem dizendo Larry Ellison.
Recentemente, a revista americana de negócios Business Weeklistou as empresas que considera as locomotivas da nova economia: Cisco, EMC, Oracle e Sun. Elas têm duas coisas em comum. Primeiro, pouca gente sabe exatamente o que produzem. O Windows, da Microsoft, por exemplo, vem numa caixa colorida e pode ser comprado em lojas especializadas pelo próprio usuário. Todo mundo conhece ou já ouviu falar do sistema operacional Windows. Por outro lado, os programas da Oracle ou da Sun são comprados pelo "pessoal de sistema" das empresas e rodam invisíveis aos olhos dos usuários nas redes de computador e nas máquinas dos provedores de acesso à web. O segundo ponto em comum é que elas são todas empresas que nada têm a ver com computadores pessoais. São empresas cujos produtos servem para fazer funcionar as redes de computadores. "A cada dia surgem maneiras diferentes de se conectar à internet sem um PC. A internet chega pelo telefone, pelo celular, por aparelhos simples e baratos", diz Ellison. Isso significa que Microsoft, IBM e Intel continuam a existir e a prosperar, mas deixam de ser a vanguarda. "Elas saíram de moda", alfineta Larry Ellison.
Claramente a internet encerra agora sua fase inicial de vida. É o fim do começo, na avaliação da revista americana The Industry Standard, que, com a Fast Company e a Wired, compõe o tripé das melhores publicações nascidas com a missão de cobrir a nova economia. O fim do começo tem duas características. Uma delas é a gradativa mas aparentemente irreversível perda de importância do computador pessoal, em benefício de aparelhos mais leves, baratos e simples de navegação na web. A outra é o furacão que se abate sobre as aventuras comerciais nascidas na onda de euforia dos primeiros anos da internet. Há um pessimismo galopante nessa área. No início do ano, na famosa reunião anual do Fórum Econômico, em Davos, na Suíça, Masayoshi Son, o japonês dono do Softbank, diagnosticava do alto de sua autoridade de maior investidor da web: "Apenas uma em 100 empresas pontocom vai sobreviver". Nove meses depois, os prognósticos estão muito mais sombrios. Ellison fala em uma sobrevivente em 1.000. A consultoria americana Merryll Lynch produziu um relatório cuja previsão é de que 100 das 400 empresas de alta tecnologia com ações na bolsa Nasdaq vão estar fora do negócio até 2005. Em que a internet falhou? Com a palavra, Larry Ellison:
"Uma empresa que vende comida de cachorro na internet precisa antes ser uma boa companhia de comida de cachorro na economia tradicional. Não é porque montou umas páginas atraentes na internet que ela se viabilizará. E como ela competirá com dezenas, centenas e até milhares de outros concorrentes que tiveram a mesma idéia? Um belíssimo restaurante com um chef de primeira linha pode e deve passar a quilômetros da internet. É preciso parar de pensar em empresas pontocom como empresas de tecnologia. A maioria das outras pontocom são apenas deformações, fantasias que logo vão sumir no ar tão rápido quanto surgiram".

Fonte: Revista Veja
Matéria Completa: Acervo Veja Online

Novo Kinect, sempre te escutando?

O Xbox One terá uma integração ainda maior com o Kinect – incluindo a possibilidade de desligar o aparelho diretamente. Em outras palavras, ele estará “sempre ouvindo e esperando comandos específicos” – e isso será especialmente útil para desenvolvedores, já que eles poderão aproveitar as funções do periférico para projetos futuros. Mas até quando isso é bom?
Essas palavras são do gerente de programação de hardware da Microsoft, John Link, que confirmou em entrevista que o sensor está constantemente ligado, mas funcionando sob uma capacidade limitada, como em um estado de espera.
O executivo esclarece que isso não significa que tudo o que for falado no cômodo em que estiver o console será gravado de alguma forma, respeitando a privacidade dos jogadores e de quem vive no local. “Ele escuta o suficiente apenas para entender ‘Ei, eu ouvi algo interessante, alguém está tentando me acordar’. Ele então envia a informação para o console, para que ele passe a funcionar com toda a capacidade. 
Conhecidos problemas de segurança da Microsoft como o grande número de vírus disponíveis para Windows começaram a preocupar os possíveis futuros donos do Xbox One, caso uma falha de software ou hardware fosse descoberta, seria possível ouvir tudo o que esta sendo dito na sala em que o Kinect se encontra? Os beneficios dessa nova tecnologia poderiam trazer grandes problemas?

Fonte The Verge 





Google Now - Respostas antes das perguntas



Google Now, um assistente pessoal que te dá respostas antes mesmo que você faça as perguntas. Antes até que você se veja com essas dúvidas. Incrível ou assustador?

O Google Now trabalha com um sistema de cartões que, baseado em sua agenda, localização, histórico de pesquisas e outros dados, compila informações que o Google acredita lhes serão úteis. Tudo automaticamente, sem intervenções do usuário.
O que vem a tona também é a questão de quanta informação pessoal nossa estamos colocando a disposição do google, é necessário aceitar os termos do serviço e quanto mais informações for fornecido a ele mais útil ele será, mas será que estamos dispostos deixar tudo aos olhos do google?
O vídeo abaixa explica o seu funcionamento, e você o que achou? será que o google consegue responder suas perguntas antes que você as faça?



Fonte: Gizmodo , Google Now

Do Mimeógrafo à Impressora 3D

Mimeógrafo: Um protótipo da máquina de impressão simples foi patenteado nos Estados Unidos em 1887 por Thomas Alva Edison e pela primeira vez recebeu o nome de mimeógrafo através de Albert Blake Dick que teve a licença de Thomas Edison para produzir a nova invenção.

O Mimeógrafo é um instrumento utilizado para fazer cópias de papel escrito e utiliza na reprodução um tipo de papel chamado estêncil e álcool.

A máquina foi sendo aperfeiçoada com o passar dos tempos, de fácil manuseio ela foi incorporada a uma rotativa manual, facilitando o trabalho para quem utiliza em grande escala.




Impressora 3D: O que há pouco tempo atrás seria impossível, como construir na sua própria casa, brinquedos, bonecos ou até mesmo peças e acessórios com as Impressoras tridimensionais você pode, sem precisar ter conhecimento ou habilidade e ainda em pouquíssimo tempo!

Agora chegou a vez das impressoras 3D, equipamentos que permitem a você imprimir praticamente qualquer coisa, tanto a nível doméstico como indústria, tudo em apenas algumas horas. A impressão é feita realmente em 3D e não apenas numa visualização em papel em dimensões tridimensionais, a partir desse invento poderemos construir, rolamentos, engrenagens, bonecos de brinquedo, alicates e até mesmo uma motocicleta e sem falar no que vai facilitar a vida dos profissionais que lidam com maquetes ou mesmo em projetos em auto Cad. Para a grande indústria esse equipamento pode não ser uma grande novidade, mas para o consumidor final está sendo uma revolução.


A tendência é cada vez mais baratear o preço desses equipamentos, antes a maioria dessas impressoras custavam na faixa de trinta mil dólares, hoje algumas empresas lançam no mercado peças por cinco mil dólares e dentro de pouco tempo será possível você construir um brinquedinho para o seu filho, já que a previsão para médio prazo é que venham a custar menos de dois mil dólares.
Algumas pessoas podem até achar que estamos no fim do mundo e eu diria que estamos apenas começando.


Que se cuidem as fábricas de brinquedos, peças e acessórios. Seus dias podem está contados?


Fonte: O Blog de Edigarde Rodrigues

Outras matérias relacionadas: Prezi

Jornal do Comércio - Do mimeógrafo à impressão em cores

Anos Dourados

Educação Pública - Mimeógrafo: um volta para o futuro

12 problemas dos anos 90 que foram resolvidos com a tecnologia do século 21


1. Comprar um CD para ouvir um hit de sucesso, sendo que todas as outras faixas eram ruins.

2. Querer jogar videogame, mas a assoprar a fita do jogo nem sempre resolvia o problema.

Club Alfa/Abril.com
3. Querer privacidade no telefone, mas o fio do telefone não chegar até seu quarto.

4. Alugar uma fita na locadora e ter que rebobinar para assistir o filme no vídeocassete.

5. Querer correr e ouvir música ao mesmo tempo e ter que conviver com o diskman pulando as faixas.

Sony/Divulgação

6. Querer assistir “Jurassic Park” ou "Titanic", mas todas as fitas da locadora estarem alugada e não ter Internet para baixar o filme de graça.

7. Não conseguir compartilhar com os amigos no Facebook o tanto que você gosta de uma música tosca que está tocando no momento.

8. Não conseguir compartilhar com o mundo cada refeição que você faz durante o dia no Instagram.

9. Querer entrar no bate-papo, mas ter que esperar 15 minutos até a Internet discada conectar ou não poder usar porque alguém está no telefone.

10. Ter que comprar filme, colocar na máquina, levar para relevar e buscar as fotos para registrar momentos especias.

11. Precisar entregar um trabalho na escola e ter que escrever em folhas de papel almaço.

12. Querer saber a letra de uma música, mas o encarte do CD só ter foto e créditos.

As 10 Tecnologias que se Tornaram Ultrapassadas

Eles já foram o que havia de mais atual no mercado da tecnologia. Quem já ouviu walkman ou usou um disquete não imaginava que essas “maravilhas modernas” ficariam ultrapassadas algum dia. Relembre os itens que ficaram na história:

10. Monitor de tubo

Quem ainda não tem, já colocou na lista de futuros planos de consumo uma TV de LCD. Não só pela qualidade da imagem, mas pelo aproveitamento de espaço, já que a tecnologia usada nestes aparelhos dispensa o ultrapassado monitor de tubo, que nasceu com os primeiros televisores – e também computadores. Ele não pode ser considerado totalmente obsoleto, porque ainda é muito comum nas casas brasileiras, mas está sendo substituído com tanta rapidez, que já entrou em um estado de convalescença sem retorno. Com ele, vão-se brincadeiras como eriçar os pelos do braço com o campo magnético emitido pela tela da TV – efeito que não acontece na de cristal líquido.

9. Toca-discos


Numa era em que os MP 3, 5, 10 e iPods de todos os tipos estão passando para trás os até então insuperáveis CDs, o que dizer dos antigos toca-discos? Primeiro, que as gerações mais novas sequer passaram pela experiência de colocar os “bolachões” nas pouco práticas vitrolas, cuja agulha soltava um chiado característico ao tocar o LP e o ouvinte tinha de prestar atenção nas linhas divisórias para acertar a faixa da música desejada. Hoje, limitam-se a ser artigos de colecionadores e objetos de nostalgia dos saudosos anos 80 e 90 – quando um aparelho de som para ser bom mesmo deveria ter o toca-discos acoplado.

8. Secretária eletrônica


Antes dos celulares se tornarem item obrigatório de 99% da população mundial, ficava a cargo da secretária eletrônica ou do vizinho “anotador de recados” a função de avisar que alguém havia ligado. A secretária, claro, dispensava favores e estava disponível todo o tempo – ou até encher a fita cassete. A mensagem padrão “Deixe seu recado após o sinal” ainda hoje é reproduzida nas caixas postais da maioria dos telefones móveis. Quem ainda conta com esse tipo de tecnologia nos telefones de casa usa modelos digitais, semelhantes às dos celulares.

7. Fax

Quando só se podia contar com os correios para enviar qualquer correspondência e era necessário esperar dias e até semanas para receber um retorno, o fax surgiu como uma grande inovação. Afinal, bastava fazer uma ligação normal para que a pessoa do outro lado da linha recebesse uma cópia da sua mensagem imediatamente. Com a chegada da internet, porém, o aparelho só vem perdendo espaço, já que ligar, pedir o sinal de fax e inserir folha por folha da mensagem que deseja passar chega a ser uma eternidade se comparado à velocidade – e à segurança – proporcionada pelos e-mails.

6. Walkman

O walkman permitiu que o prazer de ouvir seu som preferido extrapolasse as paredes de casa. É o precursor dos “MP todos” e, quando foi apresentado ao mundo há mais de 30 anos, a sensação de ouvir sua música com fones de ouvido em qualquer lugar superava o contratempo de ter que voltar a fita cassete – no próprio aparelho ou com uma clássica caneta – caso quisesse um replay da música. O coordenador do grupo japonês que criou o aparelho apostava na venda inicial de 100.000 unidades. Não chegou nem perto na previsão: cerca de 1,5 milhão walkmans foram comercializados.

5. Pager


Também chamados de bipes – em referência óbvia ao som que emitiam ao receber uma mensagem -, esses aparelhos portáteis fizeram as vezes de “secretária eletrônica ambulante” antes da chegada dos celulares. Era a maneira mais eficaz de enviar um recado urgente, que a pessoa retornava assim que encontrasse algum telefone disponível. Mas, para quem enviava a mensagem, a eficiência não era tanta, já que era preciso entrar em contato com uma central telefônica, que recebia e encaminhava o texto ao destinatário.

4. Máquinas Polaroid

No tempo em que, para conferir como havia ficado uma foto, a única saída era levar o filme a um laboratório fotográfico e esperar a revelação – que levava, no mínimo, 24 horas -, as máquinas Polaroid chegaram com a “mágica” da instantaneidade. Afinal, além de não precisar completar um filme todo – de 12, 24 ou 36 poses – para revelar as fotos, você ainda contava com a sensação de ver o papel branco ganhar formas e cores (um pouco opacas, é verdade). A câmera maior e mais pesada nem era motivo de incômodo diante de tamanha novidade, superada pelas máquinas digitais que levaram a fabricante da Polaroid à falência em 2008.

3. Videocassete



O videocassete levou pela primeira vez o cinema para a casa de todos. Qualquer filme estava à disposição em uma das muitas locadoras de vídeo que se proliferaram pelos bairros das grandes e pequenas cidades – onde era de bom tom devolver a fita rebobinada. Nas VHS ainda era possível gravar programas da TV para assistir e reassistir quantas vezes desse vontade. Também eram em volta do videocassete que as famílias se reuniam para assistir a algum evento gravado pelo parente que tinha uma filmadora. Hoje em dia, a missão dessas pessoas é encontrar um dos muitos profissionais que surgiram oferecendo passar essas lembranças para um – bem mais seguro – DVD.

2. Disquete


Pen drive? Isso não era nem uma miragem quando as pessoas começaram a sentir necessidade de armazenar as acumuladas informações em seus computadores para dar espaço a outros milhares de dados que estavam esperando sua vez para serem registrados. Só restava o disquete – um disco magnético com capacidade de míseros megabytes – o que, para a época, era uma imensidão de memória. Frágeis, tinham uma vida útil não muito longa: aproximadamente cinco anos, tempo que a fita magnética sobrevivia.

1. Máquina de escrever


Ter um curso de datilografia era um diferencial e pré-requisito, nos anos 70 e 80, para se obter um bom emprego. Mas de prática a máquina de escrever não tinha nada. Além do peso, só permitia uma folha por vez e não era compassível com erros – se fosse algum documento importante, você teria que recomeçar a digitação desde o início. Não à toa foram patroladas pela tecnologia dos computadores e toda a rapidez e eficiência que surgiu a partir da era da informática. Hoje, não passam de peças de museus para marcar o cenário de determinada época.

Fonte: Veja

terça-feira, 25 de junho de 2013

7 tecnologias inteligentes presentes em aeroportos do mundo

Em um país de proporções continentais como o Brasil, recorrer aos aeroportos para chegar a muitos lugares é essencial. Além disso, o mundo globalizado leva cada vez mais pessoas para todos os cantos do planeta, passando por diversos aeroportos, com tamanhos, climas e ambientes variados.
Ao passar correndo por um terminal para pegar o próximo voo, estamos totalmente submersos em um universo tecnológico que garante nossa segurança, a logística de nossas viagens e a total funcionalidade de um local que recebe viajantes 24 horas por dia.
No entanto, a evolução desses ambientes não para, com ideias inovadoras e funcionais. Selecionamos aqui algumas das tecnologias mais legais presentes em aeroportos do mundo, com soluções que podem aumentar a rapidez do serviço, oferecer entretenimento e garantir segurança e sustentabilidade.

Diminuição da emissão de gases e aceleração do processo de abastecimento

O aeroporto de Detroit (Detroit Metropolitan Wayne County Airport), nos Estados Unidos, trouxe uma forma sustentável e muito funcional de garantir o abastecimento das aeronaves. Usualmente, ele é feito utilizando caminhões-tanque que levam o conteúdo de um lado para o outro na pista.
7 tecnologias inteligentes presentes em aeroportos do mundo (Fonte da imagem: Detroit Metro Airport/Divulgação)
Este método não só representa um perigo muito grande em caso de acidente como gera uma alta emissão de gases por conta do funcionamento dos próprios caminhões. Pensando nisso, os responsáveis pelo aeroporto desenvolveram hidrantes instalados por todo o local, capazes de fornecer combustível para os aviões de forma mais prática, segura e ecologicamente amigável.

Salas de espera modernas cheias de entretenimento

Muitas vezes, é preciso esperar horas até uma conexão ou sofrer com atrasos de voos. Pensando nisso, o aeroporto de Zurique, em colaboração com a ART+COM, criou docks de observação em suas salas de embarque, permitindo que você possa visualizar informações sobre companhias aéreas e sobre o próprio aeroporto a qualquer momento. Além disso, eles desenvolveram atividades especiais para crianças, com docks exclusivos para os pequenos.
7 tecnologias inteligentes presentes em aeroportos do mundo 
(Fonte das imagems: ART+COM/Divulgação)
Outro aeroporto preocupado com o tempo que os viajantes passam em salas de espera é o Baltimore/Washington Thurgood Marshall Airport. Por um valor de US$ 17,50 por dia, você pode acessar a sala especial, com tomadas em todos os assentos — incluindo aqueles que estão no bar do lounge. Além disso, você pode desfrutar de conexão WiFi de alta velocidade, além de computadores (Windows e Macs) com impressoras coloridas.

Energia solar

Na Alemanha, o aeroporto internacional de Düsseldorf construiu em apenas oito semanas um painel solar, que cobre uma área equivalente a seis campos de futebol, sobre o teto do local. A geração de energia limpa que o aeroporto produz é de 2 megawatts por ano. Isso pode não estar nem perto do valor necessário para suportar todo o sistema elétrico do lugar, mas é indiscutivelmente interessante e, de fato, apenas o começo.
Para complementar e incentivar o projeto de energia solar, os viajantes podem acompanhar monitores gigantes, que mostram o quanto de energia o painel está gerando e como isso promove uma diminuição de emissão de gases — exibindo valores em tempo real.

Sistema de ventilação inteligente

O aeroporto internacional Norman Y. Mineta San Jose, no Vale do Silício (EUA) conta com um sistema de ventilação inusitado: através de seus assentos. Cada cadeira do modelo Zenky Air tem um difusor que emite ar fresco quando um passageiro está sentado sobre ela.
7 tecnologias inteligentes presentes em aeroportos do mundo 
(Fonte da imagem: NBC)
Além de ser um sistema mais eficiente, os responsáveis pela modernidade no terminal B do aeroporto ainda conseguiram diminuir o consumo de energia do sistema, já que a cadeira — além de funcionar somente quando o assento está sendo utilizado — ventila apenas a área em volta até no máximo 2,5 metros de altura.

Esteiras eficientes

A esteira de bagagem é essencial no funcionamento de um aeroporto e, ainda assim, não é raro encontrar alguém que já tenha tido problemas com bagagens perdidas. No Aeroporto Internacional de Melbourne, na Austrália, os passageiros contam com uma esteira rápida, com sistema único de seleção de bagagens.
Ele envia as malas por esteiras individuais para que sejam colocadas em seu local de destino, de forma mais eficiente do que o sistema tradicional, que precisa de ajuda manual. Isso aumenta a capacidade de passageiros do aeroporto, pois torna o serviço mais rápido.
7 tecnologias inteligentes presentes em aeroportos do mundo 
(Fonte da imagem: Shuttersotck)
Além disso, as novas esteiras são ecologicamente amigáveis, com redução de até 75% de emissão de carbono em relação às esteiras tradicionais. Os responsáveis ainda garantem que elas diminuem o risco de estragos e rasgos em suas malas, o que é excelente.

Instrumentos que garantem o pouso mesmo sem visibilidade

Em nossa seleção de tecnologias, o Incheon Airport, na Coreia do Sul, é definitivamente o aeroporto mais moderno da lista. Mas a tecnologia que garante a sua presença aqui é o sistema ILS Cat-III B.
Ele é um conjunto de instrumentos e ferramentas que oferecem total precisão para o pouso de aeronaves mesmo quando a visibilidade está abaixo dos 150 pés (ou 45,72 metros).  O sistema combina sinais de rádio e iluminação de alta intensidade, realizando todos os procedimentos para o pouso, ou seja, faz as medidas de altitude necessárias para informar ao piloto quando ele deve realizar as ações necessárias para chegar a terra firme.

A luta contra a neve

Por fim, trazemos uma tecnologia que nasceu da necessidade de lutar contra a neve nas pistas de pouso e decolagem. O sistema mais moderno está no Aeroporto Internacional de Pittsburgh, nos Estados Unidos, com um modo avançado de remover a neve para garantir a segurança dos voos.
7 tecnologias inteligentes presentes em aeroportos do mundo 
(Fonte da imagem: Shuttersotck)
Operando diretamente com as torres de comando, trabalhadores na pista podem limpar o local em intervalos de 35 a 45 minutos, usando máquinas que podem remover até 3 mil toneladas por hora. Em seguida, outra máquina passa levando o gelo removido embora. Por fim, temos um caminhão que espalha produto químico antiderrapagem.
Para garantir ainda mais a segurança, ao final do processo um veículo de teste averigua a capacidade de aderência da pista antes que a informação seja repassada ao piloto no ar, que só então decide se há ou não condições para pouso.

Fonte: TecMundo

Curiosidades sobre a Internet e as vendas on-line.

    Você já percebeu que os banners de publicidade de diversos sites sem relação nenhuma sabem o que você quer? Seja produtos ou jogos, eles sabem. É só entrar em algum site com propagandas que lá esta. Você nunca percebeu?
Figura 1. Exemplo de propaganda personalizada.

     Este é um esforço do pessoal do marketing das empresas que trabalham com o e-commerce. O intuito destes banners são é a simples publicidade, mas sim, é uma publicidade particular, onde cada cliente recebe ofertas daquilo que ele quer. Isso só é possível, pois, na arquitetura da internet, quando você acessa um site,  um "Cookie" fica em seu computador e ele será o seu cartão de identificação quando você retornar ao mesmo site. Então, o servidor do site pode juntar informações sobre você e atendê-lo de maneira personalizada, oferecendo apenas o que você procura. Esta é uma das bases da Nova Economia, também chamada de Economia da Web, onde não é mais necessário preencher formulários para que as empresas te conheçam, é só navegar na internet que eles te conhecerão.

Fonte: TURBAN, E., RAINER Jr., R. K., POTTER, R. - "Administração de Tecnologia de Informação: Teoria e Prática" 3ª ed. Editora Campus.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Prefeitura de São Paulo planeja importar semáforos inteligentes da Grã-Bretanha


Secretário de Transportes foi à Londres para conhecer sistema de equipamentos inteligentes

A Prefeitura de São Paulo estuda importar de Londres o modelo dos novos semáforos inteligentes que promete instalar na cidade. O secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, está na capital inglesa e visitará também Glasgow, na Escócia, para conhecer detalhes do modelo que quer ver nas ruas da capital paulista.

Tatto disse antes de embarcar que a sinalização da cidade é "burra inteligente ou uma inteligente burra, porque os controladores (semafóricos) não conversam entre si". E é um sistema "conversador" que o secretário foi conhecer.

O sistema londrino foi adotado na cidade para os Jogos Olímpicos ocorridos no ano passado. O principal interesse pelo modelo de lá é o uso do chamado "protocolo aberto", uma configuração de sistemas que permite o uso de equipamentos de controle de diferentes fornecedores, o que facilita as compras, deixa-as mais baratas e gera mais economia ao longo do tempo, principalmente na manutenção.

J. Duran Machfee/Futura Press
Semáforos apagados no cruzamento da avenida Paulista
 com a rua Ministro Rocha Azevedo, em São Paulo.
Os semáforos inteligentes são considerados por especialistas como "essenciais" para melhorar a fluidez da cidade. Na capital, os controladores semafóricos tidos como inteligentes funcionam cada um em um determinado cruzamento, sem que seja possível uma reprogramação rápida e abrangente, mudando o tempo de parada, por exemplo, em corredores importantes como Consolação-Rebouças-Francisco Morato, que liga o centro à zona oeste.

A proposta é justamente mudar esses controladores para um sistema integrado, em que cada bloco de semáforos esteja conectado a um controlador inteligente, e este ligado a uma central para toda a cidade. Há no Brasil tecnologia para instalar um sistema que detecte o movimento nas vias e, automaticamente, seja capaz de abrir e fechar o sinal daquelas com maior demanda.

Tecnologia 
Segundo o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Engenharia de Trânsito, Silvio Médici, é possível ir além: instalar dispositivos em viaturas de polícia e ambulâncias que disparem um alerta para a central e abram os semáforos para dar passagem a esses veículos.

"A tecnologia está disponível no Brasil. Não precisa importar, é só investir", afirma Médici. "Se utilizássemos o dinheiro da arrecadação municipal de multas e investíssemos, nós certamente teríamos um sistema de primeiro mundo", critica.

Antonio Clóvis Pinto Ferraz, do Núcleo de Pesquisas do Trânsito do câmpus de São Carlos, da Universidade de São Paulo, é cauteloso sobre os benefícios de um sistema semafórico semelhante ao de Londres. "Visitei algumas capitais europeias e, em Londres, o congestionamento não é muito diferente do de São Paulo. Há lentidão e um número muito grande de veículos nas ruas."

Ele diz que modernizar o sistema de semáforos de São Paulo não será suficiente para diminuir os tempos de espera nos congestionamentos. "Em um primeiro momento, as condições do trânsito vão melhorar, mas isso provocará um aumento gradual do número de veículos", alerta.

O prefeito Fernando Haddad (PT) já prometeu licitação de R$ 100 milhões para trocar equipamentos do centro expandido. No mês passado, após uma tempestade deixar 114 semáforos da cidade apagados – alguns por até cinco dias –, ele chegou a classificar como "sucateada" a estrutura semafórica deixada pela gestão de Gilberto Kassab (PSD) . "Estou inconformado com a situação e pedi um relatório de todo o problema. E o que eu constatei, até por fotografias, é que a rede de semáforos da cidade está precária", disse, na época.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Novas geladeiras inteligentes gerenciam a casa


Refrigeradores com função exclusiva para conservar alimentos a baixas temperaturas estão perto de se tornarem apenas uma doce lembrança. Hoje há opções no mercado de geladeiras que oferecem conectividade, mural de recados, calendário, contatos telefônicos e sugestões para preparação de pratos e bebidas.

Foto: Ethan Miller / Gertty Images
Lançada no início de 2012, geladeira apresenta receitas, controle de estoque e sensor para prazo de validade.


Uma análise de tendências feita pela CVA Solutions aponta a geladeira como o eletrodoméstico da linha branca que mais tem vocação para ser o centro inteligente da cozinha e concentrar o gerenciamento da casa. "Tudo que parecia ficção agora é verdade", indica o diretor da CVA, Sandro Cimatti. A projeção faz parte da análise qualitativa de uma pesquisa realizada pela consultoria em novembro de 2011, que ouviu cerca de 6 mil mulheres de todas as classes de renda e as regiões do Brasil.

Mais tecnologia 
Apesar dos avanços, Cimatti acredita que é possível explorar ainda mais o eletrodoméstico. As inovações da indústria que modificaram televisões e celulares ainda não chegaram à cozinha. "Hoje, a geladeira não consegue dizer se um produto está vencido ou não, se falta alguma coisa. Ela pode ser muito inteligente, mas ainda não é", explica.

A análise enumera algumas funcionalidades que uma geladeira inteligente poderia ter, como controle de estoques, sensores para alertar sobre prazo de validade, possibilidade de adaptar temperatura e umidade para cada tipo de alimento, refrigeração rápida, lista de compras e monitor inteligente com internet - para acessar receitas e fazer compras online. O levantamento ainda aposta em um maior interesse dos consumidores, conforme a redução do preço de mercado ao longo dos anos. "Pode parecer especulativo, mas é completamente viável", prevê Cimatti.

Tanto são viáveis que os eletrodomésticos já existentes apontam para essa realidade. Conheça, a seguir, dois modelos de geladeiras inteligentes:

LG Smart Refrigerator 
A conectividade entre dispositivos e o gerenciamento inteligente são as principais características desse modelo, que conta com tecnologia Smart ThinQ. Segundo a fabricante, o estoque e a validade dos produtos podem ser checados pelo painel LCD do refrigerador ou pelo smartphone (independentemente da localização geográfica).

O cadastro dos alimentos que serão armazenados pode ser feito por ícones do painel, reconhecimento de voz ou digitalização dos recibos do supermercado. Códigos de barra também servem para esse fim. Além disso, o refrigerador recomenda pratos que podem ser cozinhados a partir dos ingredientes disponíveis na geladeira, ou de acordo com um perfil pessoal de peso, altura, ou dietas especiais.

O refrigerador ainda tem funções de economia de energia e o Smart Shopping, com formulação automática da lista de supermercado e possibilidade de compras online, que podem ser feitas do painel ou de um smartphone. Lançado no início de 2012, ainda não esta à venda no Brasil.

Electrolux Infinity I-Kitchen 
Totalmente desenvolvido no Brasil, o modelo oferece programas e aplicativos de recados, calendário, porta-retrato digital e contatos telefônicos, que podem ser acessados pelo painel touchscreen. Há ainda funções para gelar bebidas ou sobremesas mais rapidamente, além de um banco com mais de 600 receitas e 50 dicas para o dia a dia. O sensor inteligente regula a temperatura interna de acordo com as condições do ambiente. À venda desde o fim de 2010, tem preço sugerido de R$ 5.999.

Electrolux - Divulgação